Uma vez que a digestão de gorduras é mais lenta, dificilmente elas são usadas como fonte imediata para fornecimento de energia. Porém, os TCM são exceção à regra. Os Triglicerídeos de Cadeia Média são processados de forma diferente pelo organismo: por possuírem uma cadeia química menor, eles passam rapidamente pelo estômago e são absorvidos pelo intestino de forma tão rápida quanto a glicose (eles são mais solúveis em água e não necessitam de tantas enzimas e sais biliares para serem digeridos).
Esse tipo de gordura fica prontamente disponível para ser usada como fonte de energia e não é armazenada como gordura corporal.
Benefício: os TCM’s fornecem o dobro de energia que os carboidratos (mais força e energia p/ os treinos) e, por serem tão rapidamente metabolizados, aumentam a termogênese corporal, facilitando a eliminação de gordurinhas localizadas.
Eles podem ser encontrados em lojas de produtos naturais na forma de óleo ou gordura de coco e/ou na forma de suplemento em lojas esportivas. Consulte um nutricionista para adequá-lo à sua dieta.
Bons treinos!
Fonte: Blog da Nutricionista Giovana Guido
Importância da linhaça e seu óleo na saúde do vegetariano
Não somente na saúde do vegetariano, mas para aqueles que não se alimentam de peixes por aversão, intolerância, praticidade... A semente de linhaça dourada e seu óleo prensado a frio podem ser uma alternativa na busca de melhor oferta de ômega-3 na dieta. Ômega-3 que, largamente publicado cientificamente, previne e combate diversas doenças, como as cardiovasculares, obesidade, asma, esclerose múltipla, artrite reumatóide, psoríase, etc.
O ômega-3 (n-3) ingerido precisa ser transformado em outros 2 compostos para desempenhar suas funções: o EPA e o DHA – que são FORMAS ATIVAS DO ÔMEGA-3.
Preste atenção: o peixe e alimentos provenientes do mar possuem maiores teores de EPA e DHA. Os que consomem esses alimentos na dieta ingerem DIRETAMENTE o EPA e DHA. Ao contrário dos vegetarianos, consomem mais n-3 e pouco ou nenhum EPA e DHA e; por isso, essa conversão precisa acontecer no corpo, o que é muito INEFICIENTE. Por causa disso, alguns autores recomendam que, para atingir boa concentração de ômega-3, os vegetarianos deveriam ingerir pelo menos o dobro de ômega-3 do que aqueles que comem peixes.
Um Nutricionista poderá ajudar a ajustar isso na dieta habitual, mas a forma mais fácil de se atingir a quantidade preconizada (gira em torno de 3 gramas ao dia) é através do consumo de linhaça e seu óleo. Uma colher (chá) do óleo de linhaça contém aproximadamente 2,7g de n-3, enquanto 1 colher (sopa) de semente de linhaça contém cerca de 2g de n-3.
Lembre-se que sementes, oleaginosas, algas marinhas e ovos também contém ômega-3! Mas não são as melhores fontes na dieta. O óleo de linhaça, além de ser rico em n-3, contém LIGNINA, um fitoestrógeno que pode ser responsável pelo reestabelecimento do hormônio sexual estrogênio, cujo nível cai demais na menopausa. E também é fonte de ômega-6, outro ácido graxo essencial que é vital para o adequado funcionamento do organismo.
Garanta sua quantidade de ácidos graxos essenciais e seja mais saudável. Converse com seu Nutricionista.
Fonte: Blog da nutricionista Priscila Di Ciero
O ômega-3 (n-3) ingerido precisa ser transformado em outros 2 compostos para desempenhar suas funções: o EPA e o DHA – que são FORMAS ATIVAS DO ÔMEGA-3.
Preste atenção: o peixe e alimentos provenientes do mar possuem maiores teores de EPA e DHA. Os que consomem esses alimentos na dieta ingerem DIRETAMENTE o EPA e DHA. Ao contrário dos vegetarianos, consomem mais n-3 e pouco ou nenhum EPA e DHA e; por isso, essa conversão precisa acontecer no corpo, o que é muito INEFICIENTE. Por causa disso, alguns autores recomendam que, para atingir boa concentração de ômega-3, os vegetarianos deveriam ingerir pelo menos o dobro de ômega-3 do que aqueles que comem peixes.
Um Nutricionista poderá ajudar a ajustar isso na dieta habitual, mas a forma mais fácil de se atingir a quantidade preconizada (gira em torno de 3 gramas ao dia) é através do consumo de linhaça e seu óleo. Uma colher (chá) do óleo de linhaça contém aproximadamente 2,7g de n-3, enquanto 1 colher (sopa) de semente de linhaça contém cerca de 2g de n-3.
Lembre-se que sementes, oleaginosas, algas marinhas e ovos também contém ômega-3! Mas não são as melhores fontes na dieta. O óleo de linhaça, além de ser rico em n-3, contém LIGNINA, um fitoestrógeno que pode ser responsável pelo reestabelecimento do hormônio sexual estrogênio, cujo nível cai demais na menopausa. E também é fonte de ômega-6, outro ácido graxo essencial que é vital para o adequado funcionamento do organismo.
Garanta sua quantidade de ácidos graxos essenciais e seja mais saudável. Converse com seu Nutricionista.
Fonte: Blog da nutricionista Priscila Di Ciero
Dieta vegetariana, inflamação sistêmica e doenças

Hoje se sabe que a inflamação sistêmica tem influência no aumento de risco em desenvolver doenças cardiovasculares, já que leva à resistência a insulina, hiperlipidemia, obesidade, dentre outros problemas. Essa inflamação acontece por diversas maneiras, mas pode ser atribuído basicamente a danos provocados por excesso de produção de radicais livres, que atacam outras moléculas; que por sua vez, interagem e estimulam mais processos inflamatórios ainda.
Manobras dietéticas podem ser usadas para regular esse índice de inflamação, como, por exemplo, aumentar consumo de alimentos funcionais, como frutas, legumes, verduras, castanhas e cereais integrais, e diminuir consumo de carne vermelha e processada, e claro, açúcares.
Artigo publicado em 1998 revela que o risco de doença cardiovascular em vegetarianos é 20 à 35% menor quando comparado á população onívora. Muitos dos benefícios são relacionados ao menor peso corporal e menor concentração de colesterol sanguíneo em vegetarianos, decorrente da menor ingestão de gorduras saturadas e calorias.
Além disso, pacientes que sofrem com doenças de caráter inflamatórias, como dermatite atópica e artrite reumatóide, são amenizadas em indivíduos que não se alimentam de carnes. Claro que a dieta vegetariana bem elaborada é descrita nesses estudos, como sendo rica em frutas, cereais integrais, verduras, legumes e castanhas – excelentes fontes de polifenóis e antioxidantes ajudam a combater o processo inflamatório.
Sem se esquecer da maior fonte de ômega-3 em vegetarianos: a semente de linhaça e seu óleo prensado a frio. Hoje, há no mercado nacional, além de boas marcas de óleo de linhaça prensado a frio, os óleos aromatizados orgânicos, que facilitam ainda mais a adesão desse alimento á dieta do paciente. Uma outra forma de ajustar consumo de ômega-3 na dieta vegetariana é consumindo mais algas marinhas.
Converse com seu Nutricionista e garanta uma dieta mais equilibrada, saudável e antiinflamatória.
Deixe seu alimento ser seu medicamento, e seu medicamento ser seu alimento.
Bolo de cenoura sem glúten e sem lactose (contém ovo)

Olá! Um teste que deu certo: bolo sem glúten e sem lactose - dois dos maiores alergênicos na dieta - ficou macio, saboroso, além de ser muito nutritivo!
Boa opção para o café da manhã e intervalo de refeições.
Bom apetite!
Ingredientes:
3 cenouras médias limpas e raspadas
3 ovos grandes inteiros (preferencialmente caipiras)
1 xícara (chá) de açúcar orgânico ou mascavo
¾ xícara (chá) de óleo de canola ou de soja
2 xícaras (chá) de MIX DE FARINHAS SEM GLÚTEN já preparado
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
PARA O MIX DE FARINHAS SEM GLUTEN, JÁ DEIXE TUDO GUARDADO DENTRO DA GELADEIRA, e daí, apenas retire a quantidade indicada par sua receita
• 1 Kg de farinha de arroz
• 2 ½ xícara (chá) de fécula de batata
• 1 ¼ xícara (chá) de fécula de mandioca Ou polvilho (que pode ser doce Ou salgado)
• 1 colher (sopa) cheia de agar agar (gelatina de algas, à venda em lojas de produtos naturais e japoneses)
• ½ xícara (chá) de semente de gergelim ou de linhaça
• ½ xícara (chá) de flocos de quinua Ou de amaranto Ou farinha de banana verde
Preparo:
Bata bem, no liquidificador os ovos, as cenouras e o óleo. À parte, coloque a farinha peneirada + o fermento. Una o creme do liquidificador com essa mistura, mexa bem, coloque em forma untada com burado no meio, e leve para assar em forno pré-aquecido a 180C, por uns 45 minutos.
Dica da Nutri Priscila: Dentro da massa, coloquei nibs de cacau da Planeta Cacau, riquíssimo em antioxidantes, além de dar uma crocância dentro do bolo, pois eles não derretem. Para uma caldinha de chocolate, levei ao fogo partes iguais de óleo de coco vigem e orgânico e cacau em pó orgânico, sem glúten e sem lactose. Com um garfo, faça alguns furinhos no bolo ainda quente e cubra com essa caldinha.
Saiba como trocar ovos em suas receitas de bolos!
Para mais receitas vegetarianas, e também sem glúten, acesse meu blog: www.prisciladiciero.com.br/blog
Leite, ajuda os ossos?
Ao contrário do que aprendemos na escola, o leite está longe de ser o "alimento mais perfeito da natureza". E, ao contrário de toda publicidade, beber leite NÃO evita osteoporose.
A maioria das pessoas foi levada a crer que o leite de vaca é necessário para o bom desenvolvimento dos ossos. Acabamos pensando que jamais devemos ser desmamados - que devemos continuar a beber leite de vaca pelo resto da vida. Os animais, porém, só tomam o leite de suas mães durante o começo da vida e depois passam a suprir suas necessidades com aquilo que comem.
Se leite é uma fonte tão grande de cálcio, como se explica que a maior incidência de osteoporose ocorre justamente nos países onde existe o maior consumo de leite? Como é que em países como a China, onde quase não se consome laticínios, a incidência de osteoporose é bem menor?
De acordo com um estudo - feito em enfermeiras de Harvard, incluindo 77.761 mulheres entre 34 e 59 anos de idade, durante 12 anos - as mulheres que obtêm mais cálcio através do leite são mais sujeitas a fraturas do que as que bebem pouco ou nenhum leite.
Um estudo com homens e mulheres idosos, realizado em 1994 em Sidney, Austrália, mostrou o mesmo - maior risco de fraturas estava associado a maior consumo de laticínios. Aqueles com o maior consumo de leite e derivados tinham quase o dobro de risco de sofrer fratura do quadril do que aqueles com o menor consumo desses produtos.
"Isso não quer dizer que o cálcio não seja importante. Entretanto - de acordo com as pesquisas - o leite e os lacticínios não protegem contra fraturas."
(Physician Committee for Responsible Medicine, www.pcrm.org)
Boas fontes de cálcio assimilável pelo organismo incluem: sementes de gergelim, laranja, couve e outros vegetais de folhas verde-escuras, figos e outros vegetais orgânicos.
(John Robbins, The Food Revolution)
Fonte: Taps
A maioria das pessoas foi levada a crer que o leite de vaca é necessário para o bom desenvolvimento dos ossos. Acabamos pensando que jamais devemos ser desmamados - que devemos continuar a beber leite de vaca pelo resto da vida. Os animais, porém, só tomam o leite de suas mães durante o começo da vida e depois passam a suprir suas necessidades com aquilo que comem.
Se leite é uma fonte tão grande de cálcio, como se explica que a maior incidência de osteoporose ocorre justamente nos países onde existe o maior consumo de leite? Como é que em países como a China, onde quase não se consome laticínios, a incidência de osteoporose é bem menor?
De acordo com um estudo - feito em enfermeiras de Harvard, incluindo 77.761 mulheres entre 34 e 59 anos de idade, durante 12 anos - as mulheres que obtêm mais cálcio através do leite são mais sujeitas a fraturas do que as que bebem pouco ou nenhum leite.
Um estudo com homens e mulheres idosos, realizado em 1994 em Sidney, Austrália, mostrou o mesmo - maior risco de fraturas estava associado a maior consumo de laticínios. Aqueles com o maior consumo de leite e derivados tinham quase o dobro de risco de sofrer fratura do quadril do que aqueles com o menor consumo desses produtos.
"Isso não quer dizer que o cálcio não seja importante. Entretanto - de acordo com as pesquisas - o leite e os lacticínios não protegem contra fraturas."
(Physician Committee for Responsible Medicine, www.pcrm.org)
Boas fontes de cálcio assimilável pelo organismo incluem: sementes de gergelim, laranja, couve e outros vegetais de folhas verde-escuras, figos e outros vegetais orgânicos.
- Países com o maior número de consumidores de lacticínios: Finlândia, Suécia, EUA e Inglaterra. Países com o maior índice de osteoporose: Finlândia, Suécia, EUA e Inglaterra.
- A fratura do fêmur é nove vezes mais freqüente entre os negros que vivem nos EUA do que entre os negros que vivem na África do Sul.
- Na China rural, a população consome apenas metade do cálcio consumido pela população nos EUA. Entretanto, na população dos EUA, ocorrem 5 vezes mais fraturas do que na China rural.
- Os alimentos cujo consumo provocam a maior perda de cálcio, através da urina, são a proteína animal e o café.
(John Robbins, The Food Revolution)
Fonte: Taps
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Hipertrofiando com dieta vegetariana
O consumo de carne (especialmente a carne vermelha) sempre foi associado ao ganho de força e de massa muscular, e os vegetarianos eram crucificados quando começavam a “pegar mais pesado” na academia, ouvindo comentários de que, para obterem resultados satisfatórios, precisariam incluir carnes em suas dietas.
Sejam por razoes filosóficas, éticas, econômicas, religiosas e saúde, a busca por dietas vegetarianas vem crescendo na população, assim como publicações científicas a respeito do tema.
O consumo de dietas vegetarianas tem sido associado a muitos benefícios a saúde, incluindo menores taxas de mortes por doenças cardiovasculares, diabetes e certos tipos de câncer e baixo risco de dislipidemia, hipertensão e obesidade.
De modo similar, os benefícios múltiplos de dietas vegetarianas sobre a melhora da aptidão física e da performance têm sido analisadas ao longo dos anos, especialmente no que tange performance em atletas de endurance (=resistência aeróbica). Já em atletas que praticam musculação, trabalhos ainda são escassos, mas os que estão publicados mostram que não há diferença estatística de performance física entre os que onívoros (=que se alimentam de algum tipo de carne) e vegetarianos. Trabalhos mostram que a quantidade de proteínas e outros nutrientes na dieta vegetariana é adequada e, juntamente com descanso e treino para hipertrofia, irá proporcionar resultados desejados.
A suplementação com creatina foi sugerida como recurso ergogênico para atletas que realizam sessões repetidas de exercícios de alta intensidade e curta duração. Indivíduos vegetarianos, quando comparados aos não vegetarianos, apresentam menores níveis plasmáticos de creatina, o que garantiria até melhores resultados com o uso da suplementação, se comparado com os onívoros.
Quem disse que quem come carne, come bem? Há inúmeras deficiências naqueles que comem carne e mantém dieta pobre em outros nutrientes, nutrientes que ajudam a combater e tratar lesões, manter saúde e sono em dia para garantir boas sessões de treino.
Dietas vegetarianas, ou não, precisam sim de ajustes para quem tem foco de hipertofia, e um Nutricionista Esportivo pode ajudar bastante!
Em minha prática clínica, posso garantir que excelentes resultados são obtidos com ajustes na dieta e uso de suplementos em vegetarianos que buscam hipertrofia.
Vale ressaltar que trabalhos ainda precisam ser feitos associando dieta vegetariana e aumento de força e hipertrofia, mas não se pode ignorar o fato de dietas vegetarianas bem planejadas – inclusive a vegana – é saudável e apropriada a todas as fases de vida, desde infância á gestação, e para aqueles que se exercitam!
Procure sempre ajuda de um profissional especializado.
Boa dieta e bons treinos!
(Foto acima de um vegano, Robert Cheek, que certamente garante boas quantidades de proteína em sua dieta!)
Sejam por razoes filosóficas, éticas, econômicas, religiosas e saúde, a busca por dietas vegetarianas vem crescendo na população, assim como publicações científicas a respeito do tema.
O consumo de dietas vegetarianas tem sido associado a muitos benefícios a saúde, incluindo menores taxas de mortes por doenças cardiovasculares, diabetes e certos tipos de câncer e baixo risco de dislipidemia, hipertensão e obesidade.
De modo similar, os benefícios múltiplos de dietas vegetarianas sobre a melhora da aptidão física e da performance têm sido analisadas ao longo dos anos, especialmente no que tange performance em atletas de endurance (=resistência aeróbica). Já em atletas que praticam musculação, trabalhos ainda são escassos, mas os que estão publicados mostram que não há diferença estatística de performance física entre os que onívoros (=que se alimentam de algum tipo de carne) e vegetarianos. Trabalhos mostram que a quantidade de proteínas e outros nutrientes na dieta vegetariana é adequada e, juntamente com descanso e treino para hipertrofia, irá proporcionar resultados desejados.
A suplementação com creatina foi sugerida como recurso ergogênico para atletas que realizam sessões repetidas de exercícios de alta intensidade e curta duração. Indivíduos vegetarianos, quando comparados aos não vegetarianos, apresentam menores níveis plasmáticos de creatina, o que garantiria até melhores resultados com o uso da suplementação, se comparado com os onívoros.
Quem disse que quem come carne, come bem? Há inúmeras deficiências naqueles que comem carne e mantém dieta pobre em outros nutrientes, nutrientes que ajudam a combater e tratar lesões, manter saúde e sono em dia para garantir boas sessões de treino.
Dietas vegetarianas, ou não, precisam sim de ajustes para quem tem foco de hipertofia, e um Nutricionista Esportivo pode ajudar bastante!
Em minha prática clínica, posso garantir que excelentes resultados são obtidos com ajustes na dieta e uso de suplementos em vegetarianos que buscam hipertrofia.
Vale ressaltar que trabalhos ainda precisam ser feitos associando dieta vegetariana e aumento de força e hipertrofia, mas não se pode ignorar o fato de dietas vegetarianas bem planejadas – inclusive a vegana – é saudável e apropriada a todas as fases de vida, desde infância á gestação, e para aqueles que se exercitam!
Procure sempre ajuda de um profissional especializado.
Boa dieta e bons treinos!
(Foto acima de um vegano, Robert Cheek, que certamente garante boas quantidades de proteína em sua dieta!)
Banana verde: o poderoso alimento funcional
A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta dos trópicos, onde é consumida normalmente cozida e quando ainda verde. A análise da composição química comprova que a banana não é somente rica em carboidratos e energia, mas possui também elevadas proporções de minerais e vitaminas.
Falando da banana verde, além das vitaminas e minerais, sob forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos, como a farinha e a biomassa (polpa e/ou casca verde cozida e processada), devido ao seu alto conteúdo de amido presente na polpa e também nas fibras na casca.
O amido, nesse caso da banana verde, é chamado de RESISTENTE (AR), uma forma de amido resultante da degradação do amido não-absorvido pelo intestino delgado. Portanto, não é absorvido tão facilmente pelo organismo. Passa pelo estômago e pelo intestino delgado antes de se depositar no intestino grosso. Lá, as bactérias o “atacam”, da mesma forma que o fazem com as fibras, produzindo butirato, um ácido graxo de cadeia curta desejável por suas propriedades protetoras contra o câncer.
Isso significa que o amido resistente presente na biomassa assemelha-se às fibras insolúveis, ajudando a regular o trabalho intestinal, aumentar o bolo fecal, reduzir o esvaziamento gástrico (=leia-se, maior sensação de saciedade!) e, conseqüentemente, prevenir e tratar a constipação intestinal e doenças a ela associadas, como formação de hemorróidas.
A biomassa permite sua aplicação nas mais diversas preparações – doces e salgadas – que ficam ainda mais nutritivas.
Banana verde e índice glicêmico: Benefícios à saúde têm sido atribuídos aos alimentos ricos em amidos, que sejam relativamente ou absolutamente resistentes à digestão no intestino delgado, como por exemplo, a banana verde. A velocidade de digestão do amido determina o Índice Glicêmico (IG) de um alimento. Alimentos com baixo IG, têm sido associados com o melhor controle de diabetes tipo 2, pois fazem com que não ocorra picos de hiperglicemia – o que é essencial na saúde e qualidade de vida do diabético, evitando assim suas complicações (ou mesmo trabalhando-se com prevenção de que a doença se instale). Além disso, controle de IG pelos alimentos pode ser importante para aqueles que malham e querem manter a definição muscular (evita picos de insulinemia, aumentando armazenando de gordura).
Banana verde e doenças cardiovasculares: os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares
Banana verde e saciedade: evidências indicam que o AR, associado na dieta com outros alimentos de baixo índice glicêmico, é capaz de desempenhar efeito semelhante ao das fibras como indutor da saciedade, sendo o controle da glicemia o mecanismo chave para este efeito.
A maneira mais prática de incluir o AR e todos os benefícios da banana verde na dieta é consumindo a farinha ou fazendo em casa a própria biomassa.
Embora a farinha da massa de banana verde tenha somente 8% a 10% de amido resistente, esta também possui alta fermentabilidade e contém significativa proporção de fibra alimentar solúvel.
Fonte: Blog da Priscila Di Ciero
Falando da banana verde, além das vitaminas e minerais, sob forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos, como a farinha e a biomassa (polpa e/ou casca verde cozida e processada), devido ao seu alto conteúdo de amido presente na polpa e também nas fibras na casca.
O amido, nesse caso da banana verde, é chamado de RESISTENTE (AR), uma forma de amido resultante da degradação do amido não-absorvido pelo intestino delgado. Portanto, não é absorvido tão facilmente pelo organismo. Passa pelo estômago e pelo intestino delgado antes de se depositar no intestino grosso. Lá, as bactérias o “atacam”, da mesma forma que o fazem com as fibras, produzindo butirato, um ácido graxo de cadeia curta desejável por suas propriedades protetoras contra o câncer.
Isso significa que o amido resistente presente na biomassa assemelha-se às fibras insolúveis, ajudando a regular o trabalho intestinal, aumentar o bolo fecal, reduzir o esvaziamento gástrico (=leia-se, maior sensação de saciedade!) e, conseqüentemente, prevenir e tratar a constipação intestinal e doenças a ela associadas, como formação de hemorróidas.
A biomassa permite sua aplicação nas mais diversas preparações – doces e salgadas – que ficam ainda mais nutritivas.
Banana verde e índice glicêmico: Benefícios à saúde têm sido atribuídos aos alimentos ricos em amidos, que sejam relativamente ou absolutamente resistentes à digestão no intestino delgado, como por exemplo, a banana verde. A velocidade de digestão do amido determina o Índice Glicêmico (IG) de um alimento. Alimentos com baixo IG, têm sido associados com o melhor controle de diabetes tipo 2, pois fazem com que não ocorra picos de hiperglicemia – o que é essencial na saúde e qualidade de vida do diabético, evitando assim suas complicações (ou mesmo trabalhando-se com prevenção de que a doença se instale). Além disso, controle de IG pelos alimentos pode ser importante para aqueles que malham e querem manter a definição muscular (evita picos de insulinemia, aumentando armazenando de gordura).
Banana verde e doenças cardiovasculares: os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares
Banana verde e saciedade: evidências indicam que o AR, associado na dieta com outros alimentos de baixo índice glicêmico, é capaz de desempenhar efeito semelhante ao das fibras como indutor da saciedade, sendo o controle da glicemia o mecanismo chave para este efeito.
A maneira mais prática de incluir o AR e todos os benefícios da banana verde na dieta é consumindo a farinha ou fazendo em casa a própria biomassa.
Embora a farinha da massa de banana verde tenha somente 8% a 10% de amido resistente, esta também possui alta fermentabilidade e contém significativa proporção de fibra alimentar solúvel.
Dica da Nutri: caso queira substituir a farinha de trigo por farinha de banana verde (=comprada pronta em empórios) numa receita, não use mais do que ¼ do total de farinha de banana, senão ficara uma pasta grudenta!!! A farinha da banana verde pode ser adicionada ao final da preparação de sucos ou de outras preparações culinárias, como no feijão e arroz, sopas, etc.
Fonte: Blog da Priscila Di Ciero
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Suplementos alimentares para saúde geral de atletas
Dados de uma revisão recentemente publicada pelos pesquisadores do Internacional Society of Sports Nutrition relatam que alguns nutrientes têm sido descritos na literatura em auxiliar atletas a se manterem saudáveis durante treinos intensos. Por exemplo, a Associação Médica Americana recentemente recomendou que todos os americanos ingerissem um polivitamínico para assegurar quantidade suficiente de vitaminas e minerais na dieta. Apesar dessa suplementação única não melhorar performance em atletas, os autores colocam que esse suplemento pode ser bom para saúde geral do indivíduo.
Glucosamina e condroitina têm sido associadas com diminuição da degeneração da cartilagem e por reduzir as dores, prevenindo ou adiando problemas articulares em indivíduos fisicamente ativos. Suplemento de vitamina C, glutamina, echinácea e zinco têm sido descritos por melhorarem a função imunológica.
Similarmente, apesar de mais dados científicos serem necessários, vitamina E, C, selênio e acido alfa lipóico podem ajudar nas defesas do organismo contra produção excessiva de radicais livres decorrente da atividade física, reduzindo riscos de desenvolver doenças crônicas. Creatina, HMB, BCAA e L-carnitina parecem ajudar os atletas em períodos de treinamento mais pesados.
Finalmente, os ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA), em forma de suplementação, são aprovados pelo American Heart Association, por ajudar na saúde cardiovascular. Seu uso por atletas pode ajudá-los a se manterem saudáveis e tolerar cargas intensas de treinamento.
Consulte sempre seu Nutricionista Esportivo antes de se suplementar. Sempre deve ser levada em consideração a individualizada bioquimica de cada um para a prescrição de uma dieta adequada e de suplementos alimentares específicos e seguros (quando há a necessidade para tal).
Para saber mais, acesse: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2853497/?tool=pmcentrez
Fonte: Blog da Priscila Di Ciero
Glucosamina e condroitina têm sido associadas com diminuição da degeneração da cartilagem e por reduzir as dores, prevenindo ou adiando problemas articulares em indivíduos fisicamente ativos. Suplemento de vitamina C, glutamina, echinácea e zinco têm sido descritos por melhorarem a função imunológica.
Similarmente, apesar de mais dados científicos serem necessários, vitamina E, C, selênio e acido alfa lipóico podem ajudar nas defesas do organismo contra produção excessiva de radicais livres decorrente da atividade física, reduzindo riscos de desenvolver doenças crônicas. Creatina, HMB, BCAA e L-carnitina parecem ajudar os atletas em períodos de treinamento mais pesados.
Finalmente, os ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA), em forma de suplementação, são aprovados pelo American Heart Association, por ajudar na saúde cardiovascular. Seu uso por atletas pode ajudá-los a se manterem saudáveis e tolerar cargas intensas de treinamento.
Consulte sempre seu Nutricionista Esportivo antes de se suplementar. Sempre deve ser levada em consideração a individualizada bioquimica de cada um para a prescrição de uma dieta adequada e de suplementos alimentares específicos e seguros (quando há a necessidade para tal).
Para saber mais, acesse: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2853497/?tool=pmcentrez
Fonte: Blog da Priscila Di Ciero
Gengibre pode reduzir dores musculares após exercícios
Gosta de gengibre? Pois uma pesquisa da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, indica um motivo a mais para apreciá-lo. Pode reduzir dores musculares causadas por atividade física.
Um grupo de participantes teve de ingerir 2g da iguaria crua por 11 dias, o outro saboreou a mesma quantidade do produto tratado termicamente, e o terceiro consumiu placebo. Na etapa seguinte do trabalho, todos foram submetidos a uma série de exercícios para os braços.
De acordo com o jornal Daily Mail, após 24 horas, os voluntários que comeram gengibre cru apresentaram níveis de dor 25% inferiores aos dos que receberam placebo e, os que lançaram mão do alimento tratado, 23%. A publicação Journal of Pain divulgou esses resultados.
Fonte: Terra
Um grupo de participantes teve de ingerir 2g da iguaria crua por 11 dias, o outro saboreou a mesma quantidade do produto tratado termicamente, e o terceiro consumiu placebo. Na etapa seguinte do trabalho, todos foram submetidos a uma série de exercícios para os braços.
De acordo com o jornal Daily Mail, após 24 horas, os voluntários que comeram gengibre cru apresentaram níveis de dor 25% inferiores aos dos que receberam placebo e, os que lançaram mão do alimento tratado, 23%. A publicação Journal of Pain divulgou esses resultados.
Fonte: Terra
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Para o sucesso na corrida: micronutrientes e substâncias bioativas
Muitos dos insucessos dos corredores são decorrentes da falta de uma alimentação equilibrada. Enjôos, cãibras e fadiga são muitas vezes sinais de uma dieta inadequada e, estes problemas determinam, na maioria dos casos, a desistência da prova por um atleta.
Portanto, para evitá-los, os atletas devem ter uma alimentação adequada. A dieta do indivíduo ativo deve ser adequada em macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios) e em micronutrientes (vitaminas e minerais). Deverá, ainda fornecer substâncias bioativas com função, principalmente, antioxidante. Dentre elas se destacam o beta caroteno, em vegetais verdes escuros e vegetais laranjados; luteína e zeaxantina, em vegetais verdes escuros e amarelos; licopeno, presente na melancia, goiaba e tomate e; compostos fenólicos, presentes, por exemplo, nas uvas, jabuticaba, maçã, cebola, temperos naturais, cacau, chá verde, chá branco e frutas crítricas.
A atividade física implica em aumento de respiração celular que, por sua vez, causa o aumento de radicais livres. Portanto, devemos ter um sistema antioxidante eficaz para eliminarmos os radicais livres provenientes do aumento dessa respiração celular. Caso contrário, o rendimento do atleta será comprometido. Zinco, presente emcarnes e cereais integrais; manganês, presente em cereais integrais e leguminosas; selênio, presente em oleaginosas; ferro, presente em carnes, feijão e vegetais verdes escuros e; cobre, presente em cereais integrais, leguminosas e mariscos são minerais que auxiliam o sistema antioxidante. Vitamina C está presente na maioria das frutas e hortaliças e, vitamina E, nas oleaginosas e óleos vegetais.
Outra função importante da vitamina C, também relacionada com sua função antioxidante, é a sua participação na conversão de peroxinitrito à óxido nítrico. O óxido nítrico é um importante vasodilatador que permite uma melhor oxigenação corporal, essencial durante a prática de atividade física. Porém, se o organismo não dispõe de um sistema antioxidante eficaz, esse óxido nítrico reage com os radicais livres, aumentados pela atividade física e, se transforma potente radical livre que, também contribuirá para o comprometimento do desempenho do atleta. Portanto, é essencial a presença da vitamina C que, recicla o óxido nítrico.
A melancia também auxilia na vasodilatação, é rica em citrulina. Esta substância bioativa está presente principalmente na parte branca da melancia, a qual não deve ser descartada mas sim, aproveita para fazer sucos, por exemplo. A quinua e a soja são ricas em arginina, aminoácido precursor do óxido nítrico, vasodilatador. Logo, estes alimentos também devem fazer parte da dieta do atleta.
A coenzima Q 10, presente no abacate, espinafre,peixes e carnes, é essencial para a respiração celular, assim como o ferro. A CoQ10 também auxilia no sistema antioxidante. Outro nutriente antioxidante importante é o ácido lipóico, presente nos vegetais verdes escuros, feijão e tomate.
Portanto, para o sucesso na corrida, abuse de uma alimentação equilibrada, rica em frutas e vegetais!
Fonte: Siga sua Dieta
Portanto, para evitá-los, os atletas devem ter uma alimentação adequada. A dieta do indivíduo ativo deve ser adequada em macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios) e em micronutrientes (vitaminas e minerais). Deverá, ainda fornecer substâncias bioativas com função, principalmente, antioxidante. Dentre elas se destacam o beta caroteno, em vegetais verdes escuros e vegetais laranjados; luteína e zeaxantina, em vegetais verdes escuros e amarelos; licopeno, presente na melancia, goiaba e tomate e; compostos fenólicos, presentes, por exemplo, nas uvas, jabuticaba, maçã, cebola, temperos naturais, cacau, chá verde, chá branco e frutas crítricas.
A atividade física implica em aumento de respiração celular que, por sua vez, causa o aumento de radicais livres. Portanto, devemos ter um sistema antioxidante eficaz para eliminarmos os radicais livres provenientes do aumento dessa respiração celular. Caso contrário, o rendimento do atleta será comprometido. Zinco, presente em
Outra função importante da vitamina C, também relacionada com sua função antioxidante, é a sua participação na conversão de peroxinitrito à óxido nítrico. O óxido nítrico é um importante vasodilatador que permite uma melhor oxigenação corporal, essencial durante a prática de atividade física. Porém, se o organismo não dispõe de um sistema antioxidante eficaz, esse óxido nítrico reage com os radicais livres, aumentados pela atividade física e, se transforma potente radical livre que, também contribuirá para o comprometimento do desempenho do atleta. Portanto, é essencial a presença da vitamina C que, recicla o óxido nítrico.
A melancia também auxilia na vasodilatação, é rica em citrulina. Esta substância bioativa está presente principalmente na parte branca da melancia, a qual não deve ser descartada mas sim, aproveita para fazer sucos, por exemplo. A quinua e a soja são ricas em arginina, aminoácido precursor do óxido nítrico, vasodilatador. Logo, estes alimentos também devem fazer parte da dieta do atleta.
A coenzima Q 10, presente no abacate, espinafre,
Portanto, para o sucesso na corrida, abuse de uma alimentação equilibrada, rica em frutas e vegetais!
Fonte: Siga sua Dieta
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A cafeína como recurso ergogênico na atividade física
Não é de hoje que a utilização da cafeína como recurso ergogênico nutricional previamente à atividade física é explorada, particularmente, pelos praticantes de exercícios prolongados. Muitas pesquisas indicam que ela favorece alterações metabólicas e fisiológicas que culminam na melhora da performance atlética. Tanto que, neste ano, a ANVISA regulamentou sua venda como suplemento nutricional para atletas.
Com relação à força muscular, pesquisas recentes apontam um aumento da força acompanhado de uma maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Todavia, o foco principal da sua utilização são os exercícios de longa duração.
Neste tipo de atividade, a cafeína promove uma melhoria na eficiência metabólica dos sistemas energéticos durante o esforço, com maior utilização de gordura como fonte de energia e, consequentemente, menor oxidação do glicogênio, favorecendo o retardo da fadiga muscular, visto que a depleção de carboidratos é um fator limitante para o desempenho físico. Essa ação da cafeína, decorrente de sua interação com os receptores de adenosina, promove diminuição da percepção do esforço.
Além disso, foi observado in vitro que a cafeína favorece uma maior eficiência no processo de contração muscular, na medida em que torna o cálcio mais disponível para este processo, sendo que as fibras musculares do tipo I, mais demandadas nas atividades de longa duração, são mais sensíveis a esta ação do que as fibras musculares do tipo II (de contração rápida).
A cafeína pode induzir a um efeito diurético, em decorrência do aumento dos níveis circulantes de catecolaminas. Todavia, este efeito foi observado apenas com a utilização de mega-doses. Logo, nas dosagens de 3 a 6mg por kg de peso corporal, em que se verificam seus efeitos ergogênicos, não se constatou o comprometimento do estado de hidratação corporal, o que também poderia afetar negativamente o desempenho físico.
É importante ressaltar que, para que você desfrute dos benefícios desta metilxantina, sua dieta deve ser adequada as suas necessidades. Além disso, fatores como aptidão física, habituação à cafeína e tipo de atividade física devem ser considerados na definição da dosagem de cafeína a ser utilizada.
Fonte: Siga sua Dieta
Com relação à força muscular, pesquisas recentes apontam um aumento da força acompanhado de uma maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Todavia, o foco principal da sua utilização são os exercícios de longa duração.
Neste tipo de atividade, a cafeína promove uma melhoria na eficiência metabólica dos sistemas energéticos durante o esforço, com maior utilização de gordura como fonte de energia e, consequentemente, menor oxidação do glicogênio, favorecendo o retardo da fadiga muscular, visto que a depleção de carboidratos é um fator limitante para o desempenho físico. Essa ação da cafeína, decorrente de sua interação com os receptores de adenosina, promove diminuição da percepção do esforço.
Além disso, foi observado in vitro que a cafeína favorece uma maior eficiência no processo de contração muscular, na medida em que torna o cálcio mais disponível para este processo, sendo que as fibras musculares do tipo I, mais demandadas nas atividades de longa duração, são mais sensíveis a esta ação do que as fibras musculares do tipo II (de contração rápida).
A cafeína pode induzir a um efeito diurético, em decorrência do aumento dos níveis circulantes de catecolaminas. Todavia, este efeito foi observado apenas com a utilização de mega-doses. Logo, nas dosagens de 3 a 6mg por kg de peso corporal, em que se verificam seus efeitos ergogênicos, não se constatou o comprometimento do estado de hidratação corporal, o que também poderia afetar negativamente o desempenho físico.
É importante ressaltar que, para que você desfrute dos benefícios desta metilxantina, sua dieta deve ser adequada as suas necessidades. Além disso, fatores como aptidão física, habituação à cafeína e tipo de atividade física devem ser considerados na definição da dosagem de cafeína a ser utilizada.
Fonte: Siga sua Dieta
Vegetais congelados são mais nutritivos
Desde que o médico e inventor americano John Gorrie (1803-1855) desenvolveu os primeiros sistemas de refrigeração, em 1850, a dificuldade para conservar alimentos nunca mais foi a mesma. Tudo bem que a proliferação das geladeiras domésticas só se deu anos depois, na década de 1920, mas a revolução havia começado, disparando descobertas muito além da máquina de fazer gelo. A notícia mais quente sobre o assunto mostra que o congelador, mais que solidificar água, é capaz de preservar nutrientes dos alimentos que, de outra forma, iriam para os ares.
O achado vem do Instituto de Pesquisa em Alimentação do Reino Unido (IFR Extra), onde se analisou o valor nutricional de vegetais como couve-flor, ervilha e cenoura 16 dias após a colheita, tempo médio que eles levam para chegar à mesa. À temperatura ambiente, as perdas de nutrientes alcançaram patamares entre 10 e 25%. As vítimas preferenciais foram as vitaminas. O estudo verificou prejuízos nos níveis da C, uma aliada das defesas, e nos de betacaroteno, precursor da vitamina A, que é essencial para a gente enxergar bem. Essas substâncias são classificadas como termolábeis — ou seja, sensíveis ao calor. “Por isso, quando os alimentos são refrigerados logo depois de colhidos, evita-se uma perda de seus nutrientes”, afirma Maria Elisabeth Machado Pinto e Silva, professora de nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
O feijão verde é outro que se beneficia dessa estratégia gelada. Um trabalho conduzido pela nutricionista Barbara Klein, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, prova que essa vagem retém o dobro de vitamina C quando refrigerada. “Antes do congelamento, os vegetais passam por um processo conhecido como branqueamento, que é um cozimento rápido em água quente”, explica Barbara. Graças ao procedimento, são inativadas enzimas responsáveis por acelerar a extinção vitamínica. À temperatura ambiente, nem mesmo a embalagem natural das hortaliças, a casca, consegue barrar esse fenômeno.
A pausa na linha do tempo dos vegetais ocorre tanto no congelamento industrial quanto no doméstico. Porém, na indústria, além de a temperatura ser muito mais baixa, ele é instantâneo, formando cristais de gelo minúsculos. Em casa, a história é outra — e mais demorada. Além disso, as gotículas de água se unem em blocos que, ao se solidificarem, podem romper as células do alimento, modificando sua estrutura. Na hora de comer, leia-se textura. Daí que nem toda hortaliça sai do freezer ilesa, e, para algumas, o consumo logo após a compra ainda é a melhor pedida.
Fonte: Revista Saúde
O achado vem do Instituto de Pesquisa em Alimentação do Reino Unido (IFR Extra), onde se analisou o valor nutricional de vegetais como couve-flor, ervilha e cenoura 16 dias após a colheita, tempo médio que eles levam para chegar à mesa. À temperatura ambiente, as perdas de nutrientes alcançaram patamares entre 10 e 25%. As vítimas preferenciais foram as vitaminas. O estudo verificou prejuízos nos níveis da C, uma aliada das defesas, e nos de betacaroteno, precursor da vitamina A, que é essencial para a gente enxergar bem. Essas substâncias são classificadas como termolábeis — ou seja, sensíveis ao calor. “Por isso, quando os alimentos são refrigerados logo depois de colhidos, evita-se uma perda de seus nutrientes”, afirma Maria Elisabeth Machado Pinto e Silva, professora de nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
O feijão verde é outro que se beneficia dessa estratégia gelada. Um trabalho conduzido pela nutricionista Barbara Klein, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, prova que essa vagem retém o dobro de vitamina C quando refrigerada. “Antes do congelamento, os vegetais passam por um processo conhecido como branqueamento, que é um cozimento rápido em água quente”, explica Barbara. Graças ao procedimento, são inativadas enzimas responsáveis por acelerar a extinção vitamínica. À temperatura ambiente, nem mesmo a embalagem natural das hortaliças, a casca, consegue barrar esse fenômeno.
A pausa na linha do tempo dos vegetais ocorre tanto no congelamento industrial quanto no doméstico. Porém, na indústria, além de a temperatura ser muito mais baixa, ele é instantâneo, formando cristais de gelo minúsculos. Em casa, a história é outra — e mais demorada. Além disso, as gotículas de água se unem em blocos que, ao se solidificarem, podem romper as células do alimento, modificando sua estrutura. Na hora de comer, leia-se textura. Daí que nem toda hortaliça sai do freezer ilesa, e, para algumas, o consumo logo após a compra ainda é a melhor pedida.
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Já ouviu falar em quercetina?
Na natureza, essa molécula protege as plantas contra os danosos raios ultravioleta e ainda despacha vírus e bactérias para bem longe. No nosso corpo — surpresa! —, ela faz isso e muito mais. Mas durante anos a quercetina teve sua popularidade apagada por outras substâncias. Permaneceu, por exemplo, à sombra do festejado resveratrol, o antioxidante que dá prestígio ao vinho tinto. Na verdade, ela é tão ou mais eficaz do que seu primo na tarefa de defender as células contra o desgaste do dia a dia. “O vinho tinto, aliás, carrega mais quercetina do que resveratrol”, revela Selma Sanches Dovichi, professora de nutrição da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, no interior de Minas. Só que, segundo a especialista, o resveratrol é mais fácil de quantificar. Por esse motivo, teria ganhado lugar de destaque entre os supernutrientes.
A tímida divulgação da quercetina, no entanto, não fez com que ela deixasse de ser minuciosamente estudada. Ao contrário. “Não é de hoje que cientistas pesquisam suas propriedades”, conta Selma. Entre os experts, a mais conhecida característica é justamente sua potente atividade antioxidante, isto é, aquela capacidade de anular os radicais livres, moléculas que prejudicam as células. “Uma pequena dose da substância já apresenta um rendimento bastante elevado”, afirma a farmacêutica Rúbia Casagrande, professora da Universidade Estadual de Londrina, no interior do Paraná. Ela verificou essa particularidade em um experimento com camundongos: uma solução com 1% de quercetina aplicada na pele dos roedores foi capaz de barrar os malefícios dos raios solares.
“Outros estudos mostram que o efeito antioxidante é evidente não apenas na pele mas em todo o corpo”, acrescenta Rúbia. Para garantir essa proteção, basta investir em alimentos ricos no nutriente (veja nas próximas páginas quais são as principais fontes). Apesar de o organismo absorver pouquíssimo da quercetina que ingerimos, pequenas porções são suficientes para trazer benefícios — um sinal de que vale a pena investir nela.
Trabalhos apontam que esse composto do grupo dos flavonoides ainda ajuda a preservar o cérebro e o coração, além de manter o sistema imunológico a postos. Sem falar que blinda o organismo contra o câncer. “A quercetina tem um papel decisivo na prevenção de doenças, principalmente as neurodegenerativas”, observa a nutricionista Vanderlí Marchiori, da Associação Paulista de Nutrição. A seguir, você verá o que dizem novas descobertas sobre esse ingrediente e entenderá de vez por que ele merece espaço na dieta.
Diz um ditado americano que comer uma maçã por dia é a receita ideal para manter-se distante do consultório médico. Diversos estudos já provaram que não se trata apenas de uma crença popular. E adivinhe o que aparece aos montes na maçã? Ela mesmo, a quercetina. Esse polifenol pode evitar que o seu corpo fique à mercê de bactérias oportunistas, como a Staphylococcus aureus, que é a vilã de alguns problemas respiratórios. Foi o que revelou um trabalho realizado na Universidade Estadual Paulista, em Araraquara, no interior de São Paulo. “A quercetina reduziu em até 70% o crescimento desses micro-organismos em seres humanos”, relata a biomédica Mariana Santoro, a autora do estudo. “Isso porque ela diminui sua atividade tóxica sobre as células”, explica.
Os vírus que também se cuidem. Cientistas italianos acabam de usar um extrato do nutriente para aumentar a resposta imune de células infectadas por um desses tipinhos, o herpes. Alergias e inflamações aumentam a lista de problemas que essa substância é capaz de afastar. Nos últimos dois anos, comprovouse que quem sofre de asma e bronquite pode respirar mais aliviado com seu auxílio. E as vantagens não param por aí.
Fonte: Revista Saúde
A tímida divulgação da quercetina, no entanto, não fez com que ela deixasse de ser minuciosamente estudada. Ao contrário. “Não é de hoje que cientistas pesquisam suas propriedades”, conta Selma. Entre os experts, a mais conhecida característica é justamente sua potente atividade antioxidante, isto é, aquela capacidade de anular os radicais livres, moléculas que prejudicam as células. “Uma pequena dose da substância já apresenta um rendimento bastante elevado”, afirma a farmacêutica Rúbia Casagrande, professora da Universidade Estadual de Londrina, no interior do Paraná. Ela verificou essa particularidade em um experimento com camundongos: uma solução com 1% de quercetina aplicada na pele dos roedores foi capaz de barrar os malefícios dos raios solares.
“Outros estudos mostram que o efeito antioxidante é evidente não apenas na pele mas em todo o corpo”, acrescenta Rúbia. Para garantir essa proteção, basta investir em alimentos ricos no nutriente (veja nas próximas páginas quais são as principais fontes). Apesar de o organismo absorver pouquíssimo da quercetina que ingerimos, pequenas porções são suficientes para trazer benefícios — um sinal de que vale a pena investir nela.
Trabalhos apontam que esse composto do grupo dos flavonoides ainda ajuda a preservar o cérebro e o coração, além de manter o sistema imunológico a postos. Sem falar que blinda o organismo contra o câncer. “A quercetina tem um papel decisivo na prevenção de doenças, principalmente as neurodegenerativas”, observa a nutricionista Vanderlí Marchiori, da Associação Paulista de Nutrição. A seguir, você verá o que dizem novas descobertas sobre esse ingrediente e entenderá de vez por que ele merece espaço na dieta.
Diz um ditado americano que comer uma maçã por dia é a receita ideal para manter-se distante do consultório médico. Diversos estudos já provaram que não se trata apenas de uma crença popular. E adivinhe o que aparece aos montes na maçã? Ela mesmo, a quercetina. Esse polifenol pode evitar que o seu corpo fique à mercê de bactérias oportunistas, como a Staphylococcus aureus, que é a vilã de alguns problemas respiratórios. Foi o que revelou um trabalho realizado na Universidade Estadual Paulista, em Araraquara, no interior de São Paulo. “A quercetina reduziu em até 70% o crescimento desses micro-organismos em seres humanos”, relata a biomédica Mariana Santoro, a autora do estudo. “Isso porque ela diminui sua atividade tóxica sobre as células”, explica.
Os vírus que também se cuidem. Cientistas italianos acabam de usar um extrato do nutriente para aumentar a resposta imune de células infectadas por um desses tipinhos, o herpes. Alergias e inflamações aumentam a lista de problemas que essa substância é capaz de afastar. Nos últimos dois anos, comprovouse que quem sofre de asma e bronquite pode respirar mais aliviado com seu auxílio. E as vantagens não param por aí.
Fonte: Revista Saúde
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Vem ai a farinha de palmito!
Cheia de qualidades, ela deve chegar ao mercado dentro de seis meses. Só para ter uma idéia de suas propriedades, em apenas 100 gramas encontram-se metade da dose de ferro e 80% da quantidade de cálcio que a gente precisa consumir diariamente.
"Além disso, seu teor de polifenóis, substancias antioxidantes, supera o de outros farelos", revela Renata Dias de Mello Castanho Amboni, professora do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina e que está desenvolvendo o produto. E pensar que toda essa riqueza nutricional geralmente deixa de ser aproveitada. É que grande parte da matéria-prima da farinha, resíduos sólidos como folhas e pedaços do caule da palmeira, vai parar no lixo depois da extração do miolo. Um desperdício que, felizmente, deve logo ter fim.
Clique no "Continue lendo" e confira o ranking de farinhas contra radicais livres.
Ranking Antioxidante
Farinha de Palmito:
Possui entre 0,46 e 0,76 mg/g de polifenóis.
Farinha de Centeio:
Possui 0,5 mg/g do antioxidante.
Farinha de Aveia:
Possui 0,4 mg/g de antirradicais livres.
Fonte: Revista Saúde
"Além disso, seu teor de polifenóis, substancias antioxidantes, supera o de outros farelos", revela Renata Dias de Mello Castanho Amboni, professora do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina e que está desenvolvendo o produto. E pensar que toda essa riqueza nutricional geralmente deixa de ser aproveitada. É que grande parte da matéria-prima da farinha, resíduos sólidos como folhas e pedaços do caule da palmeira, vai parar no lixo depois da extração do miolo. Um desperdício que, felizmente, deve logo ter fim.
Clique no "Continue lendo" e confira o ranking de farinhas contra radicais livres.
Ranking Antioxidante
Farinha de Palmito:
Possui entre 0,46 e 0,76 mg/g de polifenóis.
Farinha de Centeio:
Possui 0,5 mg/g do antioxidante.
Farinha de Aveia:
Possui 0,4 mg/g de antirradicais livres.
Fonte: Revista Saúde
Trocando ovos em suas receitas de bolos!

Olá! Quero deixar umas dicas para vocês, para substituírem os ovos nas receitas de bolo. Os testes que fiz consegui substituir em receitas que vão até 2 ovos!
· Troque cada ovo por 50g de tofu soft;
· Deixe 1 colher (sopa) cheia de semente de linhaça dourada em 3 colheres (sopa) de água, e deixe lá, de molho, por 1 hora. Adicione essa mistureba trocando 1 ovo na receita;
· Para cada ovo, troque na receita por uma goma feita com 100ml de água + 1 colher (sopa) cheia de polvilho (doce Ou azedo) – leve ao fogo até ficar transparente, espere esfriar um pouco e agregue na massa.
Vamos trocar dicas! Participem do blog enviando receitas, sugestões & afins!
Experimentem essa receita maravilhosa de bolo de cacau vegan com damascos e cobertura negra de abacate: http://www.prisciladiciero.com.br/blog/2010/01/17/bolo-de-cacau-vegan-com-damascos-e-cobertura-negra-de-abacate/
Um abc,
Nutri Priscila
http://www.prisciladiciero.com.br/
www.prisciladiciero.com.br/blog
· Troque cada ovo por 50g de tofu soft;
· Deixe 1 colher (sopa) cheia de semente de linhaça dourada em 3 colheres (sopa) de água, e deixe lá, de molho, por 1 hora. Adicione essa mistureba trocando 1 ovo na receita;
· Para cada ovo, troque na receita por uma goma feita com 100ml de água + 1 colher (sopa) cheia de polvilho (doce Ou azedo) – leve ao fogo até ficar transparente, espere esfriar um pouco e agregue na massa.
Vamos trocar dicas! Participem do blog enviando receitas, sugestões & afins!
Experimentem essa receita maravilhosa de bolo de cacau vegan com damascos e cobertura negra de abacate: http://www.prisciladiciero.com.br/blog/2010/01/17/bolo-de-cacau-vegan-com-damascos-e-cobertura-negra-de-abacate/
Um abc,
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Suplementação de Ferro e Atividade Física em Ambiente de Altitude
Muitas pessoas pensam em fazer a caminhada da Trilha Inca, no Peru, caminhar até o acampamento base do Everest, nos Himalaias, ou simplesmente participar de alguma prova física em um ambiente de altitude.Como todos sabem, uma das grandes alterações fisiológicas que ocorrem quando nos expomos a altitudes superiores a 2000m é o aumento no número de hemácias (as células que carregam o oxigênio pelo corpo), esse mecanismo é desencadeado pelo aumento de um hormônio chamado EPO ou Eritropoetina.
Dentro da hemácia existe uma molécula – a hemoglobina – que é composta por átomos de ferro.
Portanto, nada mais lógico que você ´facilite´ o trabalho do organismo em produzir mais hemácias proporcionando uma alta biodisponibilidade de ferro...
Durante muito tempo 'recomendei' a ingestão de sulfato ferroso como suplementação de ferro junto da alimentação, até mesmo associado à vitamina C (que facilita aabsorção do ferro). Não vou entrar nas diferentes características entre o ferro do tipo 'heme' e o do tipo 'não-heme' mas acontece que o ferro na forma de 'sulfato' possui uma absorção realmente muito baixa...
Uma alternativa muito eficaz e capaz de aumentar a absorção deste mineral é a apresentação na forma de 'quelatos', como o ferro por si só não é o suficiente para a produção de novas hemácias, tem no mercado um produto chamado 'Noripurum Fólico', que nada mais é do que ferro quelato, na forma de ferripolimaltose e ácido fólico.
Uma caixa com 30 comprimidos mastigáveis custa uns R$ 35,00.
Tem efeitos colaterais? Sim... o cocô vai sair preto (e isso é normal), e se você não tiver os rins em ordem, pode simplesmente dar uma bagunçada nos seus rins... portanto 'muita calma nessa hora'!
Mas não siga cegamente o que estou escrevendo aqui (pois um texto como este está longe de ser uma consulta médica ou nutricional), em outras palavras: consulte o seu médico e até mesmo um nutricionista e verifique quais as medidas você pode tomar antes de realizar atividade física em ambiente de altitude.
Mas vamos lá: compre o Noripurum Fólico e mastigue um comprimido junto do almoço (ou jantar, tanto faz)... apenas um comprimido, ok? E quando faltar uns 5 ou 7 dias antes da viagem, aumente a dose para 2 (ou 3 comprimidos se você for mulher) por dia... Dificilmente conseguimos ter quantidades adequadas de ferro apenas através da alimentação – e isso não tem relação com o seu tipo de dieta, seja ela vegetariana ou não (é o tal do ferro heme e não-heme).
Enfim, chegando no ambiente de altitude, continuamos por mais uns 5 dias tomando (mastigando) 2 ou 3 comprimidos por dia...
Esqueci de dizer que existe a possibilidade de você ter um pouco de constipação intestinal... então capriche nas fibras e não economize na água ingerida! (claro que a água você não vai ficar bebendo junto das refeições, certo?).
Acrescento ainda que a caféina é um poderoso antagonista tanto do cálcio como da absorção do ferro... portanto, nada de comer junto com coca-cola... e se for possível, espere pelo menos 1 hora para tomar o cafézinho depois do almoço...
Em resumo :
- A Elevação na Eritropoietina (EPO) ocasiona o aumento na massa das células vermelhas do sangue (e essa relação não é linear).
- O pico nos níveis de Eritropoietina (EPO) é alcançado depois de 2 a 3 dias de exposição à altitude elevada e tende a gradualmente retornar à linha de base em torno de 15 a 28 dias vivendo na alta altitude.
- A porcentagem de aumento nos níveis de Eritropoietina (EPO) provavelmente é mais importante do a elevação absoluta para estimular o aumento nas células vermelhas do sangue.
- Alpinistas e caminhantes que pretendem ir para alta montanha devem fazer um exame de sangue entre 6 a 8 semanas antes de ir para a alta altitude. Caso os níveis de ferritina sérica sejam menores de 30 ug/l para mulheres, ou menos de 40 ug/l para homens, aumente o consumo de ferro pela dieta e use suplementos alimentares para elevar o nível de ferritina antes da exposição à altitude. Caso contrário, a resposta das células vermelhas do sangue será diminuída. Caso o nível de ferritina sérica seja baixo, ainda assim pode haver um aumento nos reticulocitos depois da exposição à altitude, porém terão pouca quantidade de hemoglobina e podem não maturar em células vermelhas do sangue.
- A prescrição de suplementos do 'U.S. Olympic Training Centre' para elevar a ferritina é a suplementação de 120 a 130 mg de ferro elementar por dia, dividida em 2 doses tomadas com vitamina C. Ingira suplementos de ferro 30 minutos antes ou 60 minutos depois das refeições para elevar a absorção e diminuir a possibilidade de problemas gastrointestinais (que eu já falei acima...)
- Novamente, se você pensa em ir para realizar alguma forma de atividade física em ambiente de altitude, consulte previamente um médico, faça pelo menos um hemograma, um exame de ferritina sérica, clearance de creatinina e um eletrocardiograma sob esforço... siga o meu conselho: a última coisa que você vai querer ter é descobrir algum problema cardíaco ou hematológico quando estiver indo para a cota dos 5000m... e é claro... prepare-se fisicamente para isso (preferencialmente com a assessoria de um bom profissional da educação física)!
Pode uma dieta vegetariana reduzir o estresse oxidativo induzido pelo exercício?
![]() |
| O repolho é o vegetal que contém maior poder antioxidante, de acordo com pesquisadores da Tufts University. |
O estresse oxidativo é um processo fisiológico natural que descreve um desequilíbrio entre a produção de radicais livres e a capacidade do sistema de defesa antioxidante do organismo (=neutraliza o efeito dos radicais livres).
Os radicais livres são benefícios quando promovem cicatrização de feridas e contribuem para um sistema imunológico equilibrado. No entanto, os radicais livres podem ter um impacto negativo quando em grande quantidade pois levam á apotose (=morte) celular. Daí entram os antioxidantes, que são moléculas que reduzem os danos associados com estresse oxidativo, neutralizando os radicais livres (Saiba o que são antioxidantes).
O exercício regular é um componente vital para um estilo de vida saudável, embora possa aumentar o estresse oxidativo. Como uma dieta vegetariana típica inclui uma grande variedade de alimentos ricos em antioxidantes, é plausível que a de consumo desses alimentos possa resultar em um sistema antioxidante capaz de reduzir a maior estresse oxidativo induzido pelo exercício.
Além disso, a relação entre uma dieta vegetariana e menores riscos de doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer já foi estabelecido pela literatura científica.
Nota da Nutri: Garanta que sua dieta vegetariana esteja bem elaborada e equilibrada em todos os nutrientes. Uma dieta vegetariana pode sim ser benéfica a todos os estágios de vida, para os praticantes de atividade física & atletas de elite. Consulte sempre seu Nutricionista e garanta uma nutrição consciente e inteligente.
Retrato: Éder Jofre
Éder nasceu no bairro paulistano do Peruche, em uma família de boxeadores. Seu pai, o argentino Aristides Pratt Jofre, mais conhecido como "Kid Jofre" (1907 - 1974), já havia sido um respeitável pugilista, passando assim os ensinamentos para Éder, que logo aprendeu a "amar a nobre arte".
Em 1953, Éder Jofre subia pela primeira vez nos ringues como amador, no torneio "Forja de Campeões", patrocinado pelo jornal A Gazeta Esportiva. Ainda na condição de amador ele disputou os jogos olimpicos de 1956 em Melbourne. Chegou aos jogos como um dos favoritos, já que estava invicto como amador até então, mas devido a aberração da organização brasileira que o fez treinar com um lutador bem maior, e que teve como consequência a quebra de seu nariz, fez com que ele lutasse sem muitas condições, tendo que respirar pela boca, culminando na derrota em sua segunda luta na competição.
Profissionalmente começou em 1957 na categoria "peso galo". No ano seguinte já era campeão brasileiro em sua categoria. Em 1960 conquistou o título sul-americano dos "galos", começando assim, a escrever o seu nome na história do boxe mundial. No mesmo ano já era campeão mundial. Éder conseguiu manter o seu título mundial até 1965, quando em um resultado contestado foi derrotado pelo japonês "Fighting" Harada. Em 1966, na revanche, outra derrota de Éder, de novo em um resultado controverso, culminando na desilusão de Éder, que abandonou o boxe.
Mas quando ninguém esperava, em em 1969 Éder voltou aos ringues, lutando na categoria "peso pena". Foram 25 vitórias, sendo uma delas em cima do gigante cubano José Legra que lhe valeu o título mundial em uma categoria superior a que ele começou; isso aconteceu em 1973. Em 1976, devido a morte dos pais e irmãos, Éder abandonou o boxe, agora de forma definitiva.
Éder é Vegetariano.
Fonte: Wikipédia
Em 1953, Éder Jofre subia pela primeira vez nos ringues como amador, no torneio "Forja de Campeões", patrocinado pelo jornal A Gazeta Esportiva. Ainda na condição de amador ele disputou os jogos olimpicos de 1956 em Melbourne. Chegou aos jogos como um dos favoritos, já que estava invicto como amador até então, mas devido a aberração da organização brasileira que o fez treinar com um lutador bem maior, e que teve como consequência a quebra de seu nariz, fez com que ele lutasse sem muitas condições, tendo que respirar pela boca, culminando na derrota em sua segunda luta na competição.
Profissionalmente começou em 1957 na categoria "peso galo". No ano seguinte já era campeão brasileiro em sua categoria. Em 1960 conquistou o título sul-americano dos "galos", começando assim, a escrever o seu nome na história do boxe mundial. No mesmo ano já era campeão mundial. Éder conseguiu manter o seu título mundial até 1965, quando em um resultado contestado foi derrotado pelo japonês "Fighting" Harada. Em 1966, na revanche, outra derrota de Éder, de novo em um resultado controverso, culminando na desilusão de Éder, que abandonou o boxe.
Mas quando ninguém esperava, em em 1969 Éder voltou aos ringues, lutando na categoria "peso pena". Foram 25 vitórias, sendo uma delas em cima do gigante cubano José Legra que lhe valeu o título mundial em uma categoria superior a que ele começou; isso aconteceu em 1973. Em 1976, devido a morte dos pais e irmãos, Éder abandonou o boxe, agora de forma definitiva.
Éder é Vegetariano.
Fonte: Wikipédia
Carne vermelha e incidência de câncer
Ponto para os vegetarianos. Um estudo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos indica que comer carne vermelha em forma de bifes ou carne processada – como hambúrguer, bacon, lingüiças e salsichas – aumenta o risco de surgimento de tumores malignos não só no intestino, mas também em outros órgãos do aparelho digestivo e no pulmão.
Os resultados do estudo, publicados esta semana pela revista PLoS Medicine, confirmam a associação estatisticamente significativa entre consumo de carne vermelha e câncer no intestino, verificada em estudos anteriores. A nova pesquisa indica que o risco associado a esse hábito alimentar se amplia também ao surgimento de tumores em outros órgãos.
A conclusão vem da análise de questionários aplicados a 494 mil pacientes monitorados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) que tinham entre 50 e 71 anos. Os pacientes responderam a perguntas sobre seus hábitos alimentares ao longo do ano anterior; eles foram monitorados ao longo dos oito anos seguintes. Nenhum deles tinha câncer quando os questionários foram aplicados; cerca de 53 mil desenvolveram tumores malignos nos anos seguintes.
Para investigar se havia alguma associação estatisticamente significativa entre a incidência de câncer e os hábitos alimentares, os participantes foram divididos em cinco grupos, em função do volume de carne consumida. A comparação entre aqueles que mais comiam carne e aqueles com o menor consumo apontou um maior risco de surgimento de câncer colo-retal, de fígado, pulmão e esôfago. Quando os participantes foram divididos em função do consumo de carne processada apenas, a única associação estatisticamente significativa encontrada foi entre o câncer colo-retal e o de pulmão.
Surgimento do tumor
Os pesquisadores não sabem ao certo como a associação estatística se traduz em escala molecular. “Existem muitos compostos na carne vermelha que são capazes de danificar o DNA”, afirma à CH On-line Amanda Cross, autora principal do estudo. Segundo ela, a gordura saturada e o ferro presentes na carne vermelha são substâncias geralmente ligadas à carcinogênese (formação de câncer) por alterarem o balanço energético do organismo e gerarem radicais livres que induzem o estresse oxidativo nas células, o que pode levar ao desenvolvimento de um tumor.
Para Cross, outros agentes químicos, como compostos nitrosos e aminoácidos, poderiam provocar possíveis mutações celulares. “Os compostos nitrosos são formados pelo nosso organismo depois da ingestão da carne. Já alguns tipos de aminas e hidrocarbonetos são formados antes, quando a carne está sendo preparada a temperaturas altas, como em churrascos”, diz a pesquisadora.
Segundo os autores, a moderação do consumo de carne poderia evitar até um em cada dez casos de câncer de intestino e pulmão.“É importante destacar que estamos lidando com um fator de risco que pode ser modificado e casos que podem ser evitados por uma alimentação mais saudável”, ressalta Cross.
Fonte: CH
Os resultados do estudo, publicados esta semana pela revista PLoS Medicine, confirmam a associação estatisticamente significativa entre consumo de carne vermelha e câncer no intestino, verificada em estudos anteriores. A nova pesquisa indica que o risco associado a esse hábito alimentar se amplia também ao surgimento de tumores em outros órgãos.
A conclusão vem da análise de questionários aplicados a 494 mil pacientes monitorados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) que tinham entre 50 e 71 anos. Os pacientes responderam a perguntas sobre seus hábitos alimentares ao longo do ano anterior; eles foram monitorados ao longo dos oito anos seguintes. Nenhum deles tinha câncer quando os questionários foram aplicados; cerca de 53 mil desenvolveram tumores malignos nos anos seguintes.
Para investigar se havia alguma associação estatisticamente significativa entre a incidência de câncer e os hábitos alimentares, os participantes foram divididos em cinco grupos, em função do volume de carne consumida. A comparação entre aqueles que mais comiam carne e aqueles com o menor consumo apontou um maior risco de surgimento de câncer colo-retal, de fígado, pulmão e esôfago. Quando os participantes foram divididos em função do consumo de carne processada apenas, a única associação estatisticamente significativa encontrada foi entre o câncer colo-retal e o de pulmão.
Surgimento do tumor
Os pesquisadores não sabem ao certo como a associação estatística se traduz em escala molecular. “Existem muitos compostos na carne vermelha que são capazes de danificar o DNA”, afirma à CH On-line Amanda Cross, autora principal do estudo. Segundo ela, a gordura saturada e o ferro presentes na carne vermelha são substâncias geralmente ligadas à carcinogênese (formação de câncer) por alterarem o balanço energético do organismo e gerarem radicais livres que induzem o estresse oxidativo nas células, o que pode levar ao desenvolvimento de um tumor.
Para Cross, outros agentes químicos, como compostos nitrosos e aminoácidos, poderiam provocar possíveis mutações celulares. “Os compostos nitrosos são formados pelo nosso organismo depois da ingestão da carne. Já alguns tipos de aminas e hidrocarbonetos são formados antes, quando a carne está sendo preparada a temperaturas altas, como em churrascos”, diz a pesquisadora.
Segundo os autores, a moderação do consumo de carne poderia evitar até um em cada dez casos de câncer de intestino e pulmão.“É importante destacar que estamos lidando com um fator de risco que pode ser modificado e casos que podem ser evitados por uma alimentação mais saudável”, ressalta Cross.
Fonte: CH
Emagrecendo com dieta vegetariana
A melhor maneira de perder peso, além do fracionamento alimentar, inclusão de atividade física regularmente e controle do estresse, é variar bastante a dieta, incorporando todos os grupos de alimentos. Uma dieta vegetariana bem elaborada fornece carboidratos, proteínas, gorduras e fitoquimicos importantes para nutrição, saciedade, e atua de forma completa na perda de peso eficiente.
Um mito em torno da dieta vegetariana é sobre ela conter pouca proteína. Para os que não comem ovos, proteínas podem ser obtidas facilmente através do reino vegetal, como grãos de soja e seus subprodutos, como tofu, grãos como grão de bico (http://www.prisciladiciero.com.br/artigos.php?id=64 ), castanhas e sementes, além da combinação arroz com feijão, que fornece um prato balanceado e rico em aminoácidos. Proteína, vale ressaltar, ajuda na formação da massa muscular, é digerida mais lentamente que os carboidratos, e então, ajuda na saciedade e a fornecer energia ao corpo constantemente. É fundamental para todos, especialmente para os que treinam, cuja necessidade aumenta.
As gorduras, mesmo para quem que deseja emagrecer, são importantes para garantir bom funcionamento intestinal, saciam e fornecem vitaminas importantes como A, D e K. Além disso, a dieta vegetariana tende a ser rica em gorduras insaturadas, que protegem o coração e as artérias. Garanta sempre seu aporte de ômega-3, através de linhaça e seu óleo prensando á frio.
Opte sempre por carboidratos complexos, que ajudam a fornecer energia lentamente, garantindo também menor compulsão alimentar – perigo para aqueles que buscam perder peso!
Cuidar do intestino sempre é um ponto importante (http://www.prisciladiciero.com.br/blog/2010/03/02/disbiose-intestinal/ ) já que o acúmulo de toxinas provocadas por constipação, por exemplo, dificulta perda de peso de forma eficiente. Para aqueles que tomam leite e derivados, iogurte pode ser uma boa opção, pelo fornecimento de lactobacilos, que comprovadamente ajudam na saúde intestinal. Hidratação correta, ao longo do dia, não pode ser negligenciada.
Varie bastante seu cardápio: inclua frutas, verduras, legumes, sementes, não abuse de doces, guloseimas e bebida alcoólica, exercite-se regularmente e garanta aporte correto de vitamina B12!
Consulte sempre seu Nutricionista!
Um mito em torno da dieta vegetariana é sobre ela conter pouca proteína. Para os que não comem ovos, proteínas podem ser obtidas facilmente através do reino vegetal, como grãos de soja e seus subprodutos, como tofu, grãos como grão de bico (http://www.prisciladiciero.com.br/artigos.php?id=64 ), castanhas e sementes, além da combinação arroz com feijão, que fornece um prato balanceado e rico em aminoácidos. Proteína, vale ressaltar, ajuda na formação da massa muscular, é digerida mais lentamente que os carboidratos, e então, ajuda na saciedade e a fornecer energia ao corpo constantemente. É fundamental para todos, especialmente para os que treinam, cuja necessidade aumenta.
As gorduras, mesmo para quem que deseja emagrecer, são importantes para garantir bom funcionamento intestinal, saciam e fornecem vitaminas importantes como A, D e K. Além disso, a dieta vegetariana tende a ser rica em gorduras insaturadas, que protegem o coração e as artérias. Garanta sempre seu aporte de ômega-3, através de linhaça e seu óleo prensando á frio.
Opte sempre por carboidratos complexos, que ajudam a fornecer energia lentamente, garantindo também menor compulsão alimentar – perigo para aqueles que buscam perder peso!
Cuidar do intestino sempre é um ponto importante (http://www.prisciladiciero.com.br/blog/2010/03/02/disbiose-intestinal/ ) já que o acúmulo de toxinas provocadas por constipação, por exemplo, dificulta perda de peso de forma eficiente. Para aqueles que tomam leite e derivados, iogurte pode ser uma boa opção, pelo fornecimento de lactobacilos, que comprovadamente ajudam na saúde intestinal. Hidratação correta, ao longo do dia, não pode ser negligenciada.
Varie bastante seu cardápio: inclua frutas, verduras, legumes, sementes, não abuse de doces, guloseimas e bebida alcoólica, exercite-se regularmente e garanta aporte correto de vitamina B12!
Consulte sempre seu Nutricionista!
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